Em 20 de maio de 2026, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA (OFAC) incluiu oficialmente na lista de sanções SDN 11 indivíduos e duas organizações com ligações ao Cartel de Sinaloa, no México. Segundo relatório da empresa de análise TRM Labs, essas ações visam interromper os canais de lavagem de lucros provenientes do tráfico ilícito de drogas por meio de ativos de criptomoedas.

Como parte desta operação, o regulador também bloqueou seis endereços específicos na rede Ethereum que, conforme alegado pela fonte, foram utilizados pelo grupo criminoso para mover fundos. A inclusão desses endereços na lista proíbe cidadãos e empresas dos EUA de realizar quaisquer transações com eles, além de ordenar o congelamento de quaisquer ativos relacionados sob jurisdição americana.

Este passo destaca a crescente atenção das autoridades policiais americanas ao uso de redes blockchain por sindicatos criminosos internacionais. A atribuição de endereços específicos do Ethereum permite rastrear e isolar os fluxos financeiros do cartel, limitando sua capacidade de legitimar lucros na economia digital.