A empresa Movement Labs, por trás da rede de segunda camada homônima, apresentou oficialmente um pedido de falência sob o Capítulo 11. Esta decisão foi o resultado de vários meses de turbulência, iniciados com o lançamento polêmico de seu próprio token MOVE e a subsequente investigação interna das ações da equipe.

A situação foi agravada por um acordo controverso com um formador de mercado (market-maker), que levou ao bloqueio do projeto pela exchange Binance e ao afastamento temporário de um dos cofundadores da empresa. Como resultado, a desenvolvedora é obrigada a continuar suas atividades sob estrito controle judicial durante o processo de reestruturação.

Fontes independentes caracterizam o ocorrido como um colapso da empresa diante de acusações de manipulação de mercado e venda em massa de tokens. O status atual da empresa é definido como uma tentativa de salvar o negócio por meio de mecanismos jurídicos de proteção contra credores.

O depósito dos documentos marca a transição do projeto para uma fase de administração externa, onde todas as decisões chave serão tomadas com a aprovação do tribunal de falências. O futuro da tecnologia e dos ativos da empresa depende agora do sucesso do plano de recuperação financeira.